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| Jason Mraz - I'm Yours |
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
"Nem te reconheci"
Sinceramente era uma questão de tempo. A um mês de completar dois anos com o meu Luís, hoje ele conheceu um lado meu menos "friendly" do que está habituado. Stressado com o trabalho e falta de tempo para despachar artigos e fechar a edição, ando um pouco nervoso e o filtro do "socialmente" correcto desvanece por completo nestes casos. Sou uma pessoa bastante amigável. Aliás, diria que é impossível não gostarem de mim, até logo na fase das primeiras impressões. Eu esforço-me para que assim seja, mesmo que me esteja a cagar para a pessoa à minha frente.
Hoje, completamente assoberbado de trabalho, o meu namorado liga-me. Eu lamento-me dizendo que este fim de semana, possivelmente, não estaremos juntos porque tenho demasiado para fazer. Ao que ele responde. "É para aprenderes a não amontoar trabalho". Pronto. Foi o que bastou para que eu levantasse o tom de voz e começasse a cuspir merda a torto e a direito durante uma pequena eternidade. O pior é que ele nem me estava a acusar de nada... disse-me que estava a brincar. Não percebi e acabei por despejar na pessoa errada. Pela primeira vez nele.
Custou-me pedir desculpa. É um problema que tenho. As sílabas ficam presas e sinto-me sempre um pouco mais fraco quando o faço. Reconheço que é um problema mas também acredito que tenho vindo a melhorar com o passar dos anos. O Luís tem sido uma óptima influência neste campo. Gosto de pensar que nos completamos. Ele tem, de longe, um melhor coração do que eu.
No final da tarde voltamos a falar. Voltei a pedir desculpa (sem no entanto o verbalizar) pela minha explosão. E ouvi um "Nem te reconheci". Já há três anos que não ouvia isto. Perguntei-lhe como é que o tinha feito sentir? Perguntei-lhe que, agora que conhece o lado pior do meu feitio, se me amava um pouco menos? Perguntei-lhe se tinha força para estar ao meu lado e aturar o que normalmente os outros aturam? E ouvi um "Sim. Para sempre..."
"Sabes que te amo", disse-lhe. Ao que ele respondeu: "...e se voltares a armar-te em parvo comigo, levas uma nalgada".
.Gosto.
Hoje, completamente assoberbado de trabalho, o meu namorado liga-me. Eu lamento-me dizendo que este fim de semana, possivelmente, não estaremos juntos porque tenho demasiado para fazer. Ao que ele responde. "É para aprenderes a não amontoar trabalho". Pronto. Foi o que bastou para que eu levantasse o tom de voz e começasse a cuspir merda a torto e a direito durante uma pequena eternidade. O pior é que ele nem me estava a acusar de nada... disse-me que estava a brincar. Não percebi e acabei por despejar na pessoa errada. Pela primeira vez nele.
Custou-me pedir desculpa. É um problema que tenho. As sílabas ficam presas e sinto-me sempre um pouco mais fraco quando o faço. Reconheço que é um problema mas também acredito que tenho vindo a melhorar com o passar dos anos. O Luís tem sido uma óptima influência neste campo. Gosto de pensar que nos completamos. Ele tem, de longe, um melhor coração do que eu.
No final da tarde voltamos a falar. Voltei a pedir desculpa (sem no entanto o verbalizar) pela minha explosão. E ouvi um "Nem te reconheci". Já há três anos que não ouvia isto. Perguntei-lhe como é que o tinha feito sentir? Perguntei-lhe que, agora que conhece o lado pior do meu feitio, se me amava um pouco menos? Perguntei-lhe se tinha força para estar ao meu lado e aturar o que normalmente os outros aturam? E ouvi um "Sim. Para sempre..."
"Sabes que te amo", disse-lhe. Ao que ele respondeu: "...e se voltares a armar-te em parvo comigo, levas uma nalgada".
.Gosto.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Speedy vai a banhos
Missão cumprida. Regressei hoje de Barcelona e tudo correu como previsto. Ou seja, fiz tudo para o que fui convidado e nem tive oportunidade de visitar Barcelona. Como o evento teve lugar no hotel onde estava hospedado, só saí mesmo para jantar. E nem aqui tive liberdade de escolha. O restaurante foi escolhido pela empresa - para mim e toda a comitiva de jornalistas europeus - e fomos todos transportados de autocarro para lá. Depois do café Expresso (belheque, spit spit), voltaram a juntar o rebanho, encaminhar todos para o hotel e só faltou aconchegarem-me na cama. Mas nem tudo são tristezas. Isto porque tenho por tradição, quando viajo, tomar sempre um longo e quente banho. E diria mesmo que merecido. Imerso em água quente, com música, a fumar um cigarro ou mesmo a ler, distraio-me por longos minutos na água. E limpo o cansaço do corpo.
E quando digo tradição não estou a exagerar. Tenho uma série de fotografias de "Speedy e os banhos internacionais" que vou coleccionando por piada. Esta última foto teve, no entanto, a adição da tartaruga. Não fosse este um blog anónimo.
E quando digo tradição não estou a exagerar. Tenho uma série de fotografias de "Speedy e os banhos internacionais" que vou coleccionando por piada. Esta última foto teve, no entanto, a adição da tartaruga. Não fosse este um blog anónimo.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Estou ali, estou aqui
Vou dar um salto a Barcelona, em trabalho. Mas não pensem que vou ter tempo de passear. Isso era antes, na altura das vacas gordas. Agora jornalista que é convidado, vai no primeiro voo do dia (porque são mais baratos) e sabe que regressa no primeiro avião disponível. Deus nos valhe de pagar-lhe uma noite extra no hotel. Deus nos valhe de lhe deixar algum tempo para ver as vistas. Conhece o quarto onde vai ficar hospedado e já goza. Palmadinha nas costas e pimba, sou recambiado na quarta-feira. Estarão vocês a tomar café à hora do almoço e eu já estarei no aeroporto de Lisboa, com olheiras até à boca. Só tenho uma actividade que faço sempre questão de fazer quando viajo. Mas isso saberão no próximo post. Agora, boa noite que tenho de acordar às 05h00. Enfim...
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Ser ecológico na cama?
A escritora norte-americana Stefanie Iris Weiss condensou todas as dicas para um sexo mais ecológico no livro "Eco-Sex: Go Green Between the Sheets" ("Eco-Sex: Seja Verde Entre os Lençóis"). Uma obra que conta já com o carimbo da Greenpeace. Entre os vários conselhos deixados pela autora, que entretanto já confessou que os experimentou todos, encontram-se:
- Usar roupa íntima feita de algodão.
- Só comprar camas de madeira certificada como não-prejudicial para o meio-ambiente.
- Fazer sexo sem luz ou com pouca luz.
- Se usar brinquedos eróticos com pilhas, utilizar as recarregáveis.
- Usar lubrificantes à base de água e não à base de petróleo.
- Comprar preservativos biodegradáveis.
- Tomar banho juntos para economizar água.
E chego facilmente à conclusão de que o sexo, no meu caso, é tudo menos verde. Se entrar na banheira com o meu namorado, perdem-se à vontade uns valentes litros de água. Primeiro porque não me contenho. Segundo, porque não gosto de ficar em banho-maria ou a apanhar frio. Terceiro, porque rapidinhas para mim são um amuse-bouche. Só abrem o apetite.
A minha roupa interior, confesso, nem sei que tipo de material é feita. A cama... who cares. Depois claro, o problema da luz: porque razão haveria eu de não o querer ver? Sexo no escuro é sempre uma aventura e a coordenação (ou falta dela) por vezes resulta numa valente joelhada. Agora lubrificantes à base de água já uso e quanto aos preservativos... não custa nada comprar os certos.Embora seja cada vez mais raro usa-los. É o que dá ter uma relação estável.
Por fim os brinquedos sexuais. Muito se poderia dizer sobre os dildos e as pilhas recarregáveis e tal mas... não serei eu. Como orgulhoso carnívoro que sou, mantenho-me fiel à carne. A um bom naco de carne diga-se de passagem.
- Usar roupa íntima feita de algodão.
- Só comprar camas de madeira certificada como não-prejudicial para o meio-ambiente.
- Fazer sexo sem luz ou com pouca luz.
- Se usar brinquedos eróticos com pilhas, utilizar as recarregáveis.
- Usar lubrificantes à base de água e não à base de petróleo.
- Comprar preservativos biodegradáveis.
- Tomar banho juntos para economizar água.
E chego facilmente à conclusão de que o sexo, no meu caso, é tudo menos verde. Se entrar na banheira com o meu namorado, perdem-se à vontade uns valentes litros de água. Primeiro porque não me contenho. Segundo, porque não gosto de ficar em banho-maria ou a apanhar frio. Terceiro, porque rapidinhas para mim são um amuse-bouche. Só abrem o apetite.
A minha roupa interior, confesso, nem sei que tipo de material é feita. A cama... who cares. Depois claro, o problema da luz: porque razão haveria eu de não o querer ver? Sexo no escuro é sempre uma aventura e a coordenação (ou falta dela) por vezes resulta numa valente joelhada. Agora lubrificantes à base de água já uso e quanto aos preservativos... não custa nada comprar os certos.Embora seja cada vez mais raro usa-los. É o que dá ter uma relação estável.
Por fim os brinquedos sexuais. Muito se poderia dizer sobre os dildos e as pilhas recarregáveis e tal mas... não serei eu. Como orgulhoso carnívoro que sou, mantenho-me fiel à carne. A um bom naco de carne diga-se de passagem.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Na cabeceira...
Hoje fui tirar o cartão Fnac para ter direito a um desconto de 25 euros num curso de espanhol em que entretanto me inscrevi. Isto depois de um bate-boca simpático com o também simpático funcionário da loja. Ele dizia que a minha morada não existia porque o código-postal não constava da base de dados. Eu perguntava-lhe se ele estaria a insinuar que eu não morava numa zona urbanizada. Minutos depois de amena cavaqueira, e cordialmente, lá se decidiu a "criar" o meu código-postal no sistema, gracejando de seguida: "Depois há-de receber o cartão definitivo em casa. Na sua rua é o único com cartão Fnac". "Se o carteiro encontrar a minha barraca", respondi-lhe em jeito de despedida. Sempre gostei de uma sarcástica picardia. Basta darem-me conversa e têm um amigo para a vida.
E se fui à Fnac para poupar 25 euros na inscrição do curso, depressa os gastei. Não posso entrar nestas lojas que tenho de trazer sempre alguma coisa debaixo do braço. Desta feita, aceitei as sugestões literárias dos amigos Ovelha e Mike. Se gastei mais dinheiro do que poupei? Gastei. Se a rapariga da caixa desistiu de me sorrir quando registou o "Reis que Amaram como Rainhas"? Deixou. Mas o lado positivo é que o "Eu hei-de amar uma pedra" do António Lobo Antunes volta a ir para o fundo da pilha. Graças a Deus.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Perfection
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Para o ano há mais
Este ano pouco aproveitei o Lisboa Restaurant Week, iniciativa que como devem saber democratiza os preços dos melhores restaurantes, permitindo saborear grandes pratos por apenas 20 euros. Mas mais um ano, voltei a ficar desiludido com os ditos "reputados" chefs de cozinha. Não sei se sou eu que não me impressiono com facilidade, mas tudo me sabe igual. Também não quero crer que os restaurantes, embora ofereçam uma refeição low cost, diminuam de igual modo a dedicação que colocam nos pratos, colocando em risco a sua reputação. O que sei é quando visito um destes espaços fora desta época especial e pago a conta por inteiro, saio sempre mais agradado.Este ano apenas fui ao Alecrim às Flores a convite de um amigo, um restaurante de vão de escada (quase literalmente) e à sombra do Olivier. Ainda que tenhamos sido recebidos com um agradável cheirinho a urina na porta, o primeiro impacto foi positivo: espaço para fumadores, logo, teria companhia para o meu copo de vinho à entrada e para o café à saída. O menu, equilibrado, não apanhou a minha língua de surpresa como também não me fez crescer água na boca. Nota positiva, no entanto, para o esforço na confecção de uma sobremesa original: chocolate, com flôr de sal e azeite.Ou seja, doce, salgado e... gordura tudo num só prato. O chocolate era bom. O resto... não adicionava nada.
Mas pronto. Lá contribui para a Associação Mulheres de Vermelho e para o Jardim Zoológico de Lisboa com um euro. Se ainda não experimentaram, ainda têm até 02 de Outubro. A grande maioria dos restaurantes já estão, infelizmente, esgotados. Pelo menos para o período do jantar.
domingo, 26 de setembro de 2010
Starbucks? No thank you
Sempre torci o nariz às modas e por norma sou sempre dos últimos a seguir o rebanho. Sejam espaços in como discotecas, bares ou restaurantes, o último gadget que está na berra ou séries de culto. Se muitas pessoas me dizem que TENHO de experimentar, é meio-caminho andado para me desinteressar imediatamente. Lux? Fui uma vez. Facebook? Aderi há um ano e já estou cansado. Lost? Se vi dois episódios já foi muito bom. Podem pensar que sou um marginal metido à besta, mas nem por isso. Adopto e aprecio o pop lifestyle, o de mastigar e deitar fora. A lavagem cerebral demora é a entrar.
Por isso, este fim-de-semana experimentei, finalmente, o Starbucks de Belém. Toda a mecânica do fast-coffee atrapalhou-me. Ainda estava eu a tentar decidir o que ia tomar, já o rapazinho imberbe me estava a chamar. Lá optei por um Mocca Branco (acho) e sem acompanhamento porque não me deixou ver os bolos. Como sabia que ele ia perguntar o meu nome já estava a pensar em algum nome estapafúrdio para o deixar atrapalhado mas, no final, quem perdeu a coragem fui eu. Com dois empregados a olhar fixamente para mim, aqueles dois segundos de hesitação pareceram uma eternidade e acabei por dar o meu nome verdadeiro.
Confesso que não gostei das confianças. Percebo que o intuito do nome é o de aproximar o cliente do brand Starbucks mas a minha vontade era sair dali. Estava eu à espera, a pensar na minha vida, quando começo ouvir uma brasileira a gritar do outro lado da sala.
Por isso, este fim-de-semana experimentei, finalmente, o Starbucks de Belém. Toda a mecânica do fast-coffee atrapalhou-me. Ainda estava eu a tentar decidir o que ia tomar, já o rapazinho imberbe me estava a chamar. Lá optei por um Mocca Branco (acho) e sem acompanhamento porque não me deixou ver os bolos. Como sabia que ele ia perguntar o meu nome já estava a pensar em algum nome estapafúrdio para o deixar atrapalhado mas, no final, quem perdeu a coragem fui eu. Com dois empregados a olhar fixamente para mim, aqueles dois segundos de hesitação pareceram uma eternidade e acabei por dar o meu nome verdadeiro.
"Obrigado sr. Speedy.
UM MOCCA BRANCO PARA O SR. SPEEDY.
É só esperar no final da fila sr. Speedy"
Confesso que não gostei das confianças. Percebo que o intuito do nome é o de aproximar o cliente do brand Starbucks mas a minha vontade era sair dali. Estava eu à espera, a pensar na minha vida, quando começo ouvir uma brasileira a gritar do outro lado da sala.
"SPEEDYYYYYYY. MOCCA BRANCOOOOOO.
VOCÊ É O SPEEDY? SPEEDYYYYYYYY"
Quando me dirijo até ela, a mulherzinha agarra-se ao copo e ainda tem a ousadia de perguntar-me se sou mesmo eu. "Preciso de mostrar o BI é?", regurgito.
E tudo por um café que custou-me 3.40 euros, levou-me 30 minutos a beber e que inevitavelmente ficou frio. Se não fosse suficiente,a cafeína caiu-me mal no estômago vazio e acho que estou um cadinhooooooooo acelerado para um domingo à noite. Prevejo uma bela de uma insónia isso sim por um café que - admitam se faz favor - não é nenhuma loucura.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Katy Perry can't play
Mais um belo exemplo do falso puritanismo norte-americano. A Katy Perry protagonizou um cameo (breve aparição de uma figura pública num programa de televisão) com o Elmo para a "Rua Sésamo" mas este foi censurado e eliminado por causa do decote da cantora. A música "Hot n' Cold" surge numa versão mais aligeirada (diga-se de passagem que é a única música que gosto dela), mas as maminhas foram consideradas indecentes. Uma cambada de hipócritas. Quem conhece a Rua Sésamo sabe perfeitamente que a Miss Piggy sempre apareceu com brutos decotes e a mostrar as pernas. Além disso o Elmo nunca usou calças em toda a sua vida.
Este episódio iria ser apenas transmitido na noite de Passagem de Ano mas já anda a correr a Internet como se de um vírus se tratasse. Melhor só se em vez do Elmo fosse o Monstro das Bolachas. Mas não se pode ter tudo.
Este episódio iria ser apenas transmitido na noite de Passagem de Ano mas já anda a correr a Internet como se de um vírus se tratasse. Melhor só se em vez do Elmo fosse o Monstro das Bolachas. Mas não se pode ter tudo.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Bow to my Queen
Escrevia eu há duas semanas que um dos factos mais bizarros sobre mim era "Ouvir todos os dias pelo menos uma música da minha banda favorita". O que não expliquei na altura era que a banda em questão são os defuntos Garbage e que esta paranóia dura já desde 1994. Ou seja, há 5616 dias.E porquê tudo isto agora? Simplesmente porque a minha Musa publicou uma nova demo no Facebook. "Lighten Up" é um crítica à Indústria Discográfica, e à sociedade em geral, pelas pressões exercidas sobre as mulheres. Querem-se mais frescas, mais novas, mais despidas e sexys. Nem que para isso seja necessário recorrer às cirurgias plásticas. Nem vos digo quantas vezes já ouvi esta música hoje.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Tempus Autumnus
Venham a mim as manhãs escuras. O trânsito parado na Marginal enquanto aprecio o nevoeiro na praia. Venham a mim as folhas caducas que todos os anos entopem as sarjetas. As reportagens altamente inesperadas da queda da primeira neve na Serra de Estrela e as cheias do rio Douro que inundam a zona ribeirinha do Porto. Venha a mim o cheiro das castanhas e as poças de água que não me preocupo em fintar. As pessoas que decidem caminhar junto às estradas mesmo sabendo que vão ser molhadas pelo passar dos carros. Venha a mim a rotina de ir secar o cabelo à casa-de-banho da redacção porque desde os dez anos que não uso chapéu-de-chuva. O frio porque estou farto de andar constantemente suado. Venham a mim os meus casacos lindos, camisolas e cachecóis que me chegam aos joelhos. Venha a mim o Outono, que este Verão já vai longo.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Dr. Speedy recommendations
Que sabe a piña colada não o posso negar. Quase parece que estou num resort algures no México. Mas é demasiado intenso e dá-me vontade de adicionar água como se faz com aqueles sumos concentrados. Como lubrificante é óptimo, até porque demora uma eternidade a secar ou ser absorvido. Não fosse o facto de ser mais peganhento do que alguns outros disponíveis no mercado, e teríamos um vencedor. Nota para o tamanho da embalagem que também é bastante simpático, cabendo em qualquer pouchet.
Mas tenho de ser sincero: a única função a que se presta um lubrificante é o facilitar a penetração e para essa tarefa, este cocktail da Durex serve como qualquer outro. Agora comprar apenas pelo sabor é, para mim, completamente ridículo porque:
1. Cá o Speedy prefere broches sem aditivos;
2. Existem lubrificantes que custam tanto quanto este mas são maiores e duram mais tempo;
3. Se for apenas para disfarçar "algum" sabor, se calhar o melhor é encontrarem alguém com melhor higiene íntima
Mas tenho de ser sincero: a única função a que se presta um lubrificante é o facilitar a penetração e para essa tarefa, este cocktail da Durex serve como qualquer outro. Agora comprar apenas pelo sabor é, para mim, completamente ridículo porque:
1. Cá o Speedy prefere broches sem aditivos;
2. Existem lubrificantes que custam tanto quanto este mas são maiores e duram mais tempo;
3. Se for apenas para disfarçar "algum" sabor, se calhar o melhor é encontrarem alguém com melhor higiene íntima
sábado, 18 de setembro de 2010
Sensualmente tropical
Fiz anos há dois meses mas só agora foi possível organizar um jantar com os meus amigos de sempre. Somos gente mui ocupada, pois claro. Um bilhete para o concerto dos 30 Seconds to Mars, um creme esfoliante e outro para as olheiras da L'Oréal e... um lubrificante intimo Durex com cheirinho a piña colada. Na embalagem diz "sabor" mas como sou guloso é melhor nem experimentar: ainda me arrisco a apanhar dor de barriga durante os preliminares. Quem é que tem os melhores amigos do mundo quem é?
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