quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Como ocupei parte do dia


Google has taken its 360-degree Street View cameras into some of the most famous and acclaimed galleries, to open the world’s art collection to the internet.

From the Tate Britain in London to the Uffizi Gallery in Florence, Google Art Project lets you browse 385 rooms in 17 galleries, and see more than 1,000 works by 486 artists.

Each of the galleries has selected one piece of artwork to be photographed in staggeringly high resolution, with each of the 17 images containing around 7 billion pixels. Zoom in close enough, and you can see individual brushstrokes, hairline cracks in the canvas and microscopic details that are almost invisible to the naked eye — like tiny Latin messages scrawled on Hans Holbein the Younger’s The Merchant Georg Gisze, pictured above, in the Gemäldegalerie, Berlin.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Hoje à noite



Vamos lá ver quem são os leitores mais astutos...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

validação

Um enfezado. Um enfezado com pernas de canivete, óculos de massa grossa e um cabelo que não lembrava ao diabo. Depois cresci e, aos poucos, fui matando aquele miúdo inseguro dos tempos do secundário. Ganhei uma nova confiança, que fui alimentando nos meus anos de faculdade. Sei que vivia a 20km de Lisboa mas só com a ida para a universidade comecei a abrir os meus horizontes e, mais importante, a minha mente. O miúdo, que pensava estar cheio de defeitos, começou a aprender a valorizar-se, mentalmente e fisicamente. Assimilou muletas de linguagem, de conversa fiada, e a ler os comportamentos de quem o rodeava. Tudo não passa de causa-efeito, de guiões sociais que por muito que gostássemos de improvisar, a realidade é que a maioria das cenas já estão escritas. E a maioria dos actores sofre das mesmas inseguranças.
O miúdo, que ainda hoje não é nada de especial, aprendeu a namoriscar. E a verdade é que até era bem sucedido na arte do bem vender-se. Recebia uma atenção a que não estava habituado. Elogios que canalizava directamente para o ego. Um fluxo que mantinha alimentado, sempre com a existência de dois ou três pretendentes.
Hoje a história é bem diferente. Já não procuro a validação de terceiros de uma forma tão sedenta. Embora ainda aceite e goste dos elogios - quem não gosta? - não tenho qualquer pretendente e nem cultivo a possibilidade de arranjar um. E já é assim há dois anos. Inevitavelmente, com o meu namoro, fui fazendo o desmame e afastando quem pouco ou nada me interessava. Hoje em dia, a única validação que realmente procuro e preciso é do meu namorado. E não será a única que realmente interessa?

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Another two bite the dust

Fico triste quando recebo a notícia da morte de publicações e o consequente empobrecimento da informação em Portugal. Fico ainda mais desolado quando se trata de meios de comunicação especializados e pelo facto de existirem poucas alternativas de qualidade no mercado. Todos os dias encerram negócios, bem sei, mas permitam-me sentir os negócios de meios de comunicações de maneira diferente. Sinto-os como parte de mim, de uma classe. Pessoas que trabalham horas e horas para criar um bom produto e depois nem uma palmadinha das costas recebemos dos anunciantes - que ficam indignados quando não publicamos as novidades deles, mas publicidade tá lá quieto - e dos leitores que só abrem a boca para criticar negativamente o trabalho e apontar erros gramaticais. Além disso, como já referi num post, é muito melhor ler nas papelarias sem pagar e depois exigir jornalismo de qualidade. E o mais triste? Muitas outras publicações se seguirão à PC Guia e à Máxima Decoração. Um dia ainda me verão a espalhar as cinzas da minha publicação num qualquer respiradouro de Lisboa.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Lei de Murphy

Qual é o pior momento para aparecer um herpes? Quer dizer, se reflectir um pouco sobre esta pergunta - que procurava retórica - não existe realmente um timming adequado. Mas convenhamos que existem alturas que, embora moíam, não importunam. Mas como é evidente, com a sorte que tenho, calhou logo no fim-de-semana que o Luís veio ter comigo a Lisboa. Bem tentei curar a puta do vírus, mas nada feito. O Luís chegou, analisou o herpes - visto ser enfermeiro - e estendeu-me a mão para um passou-bem. Beijos? Nem vê-los. Mas encontrei bom remédio para ocupar a boca. O resto era off limits.
 

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Esta cerveja é...tão gay

A empresa mexicana Minerva apresentou duas novas bebidas a pensar no público gay. Qual Appletiny, qual Starbucks, qual Shandy. Estas duas bebidas são oficialmente as mais gays de qualquer carta que encontrem por aí. E para surpresa de todos, são bebidas que tradicionalmente se atribuiriam a machos de barba rija.

"Salamandra" e "Purple Hand Beer" são duas cervejas que estão a fazer furor na América Latina. Por curiosidade, "Purple Hand" retirou o seu nome de um protesto contra a homofobia que decorreu em São Francisco, no Halloween de 1969, quando os participantes pintaram as mãos com tinta desta cor.

Com mel orgânico como base, de cor âmbar com espuma delgada e constante, o seu sabor tem um ligeiro toque floral e cítrico... diz quem já meteu a boca no gargalo. O primeiro lote foi um sucesso e já existem países interessados na comercialização. Por Portugal, não a deveremos ver. Porque desde a Cool Beer, que aprendemos a lição: aqui o pessoal... não gosta de cerveja amaricada.
A beber um chá, a ver um episódio de Sexo e a Cidade enquanto escrevo uma proposta de comunicação para uma loja de gourmet no Chiado. Ah, e tenho os meus ténis lindos calçados, acabadinhos de chegar. How gay is that?

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

eu? de qualidade?

Nos últimos dias, recebi do Eros e do

De volta ao selo. Dizem as regras que o primeiro a fazer é passá-lo a quinze blogs. Quinze blogs? Really? é que nem pensar. Para publicidade grátis, o selo tinha de ser a loucura... que lamento não o é.

A segunda regra, é dar a conhecer um pouco mais sobre mim:

- Nome: Speedy, the Turtle :)
- Uma música: Only happy when it rains (Garbage)
- Humor: Sarcástico
- Uma cor: Verde
- Uma estação: Primavera, a resvalar para o Verão. Ou Verão, a resvalar para o Outono
- Como prefere viajar: Bem, conforto acima de tudo e com boa companhia com bastante energia. Não prescindo de casa-de-banho particular.
- Um série: Modern Family, Walking Dead, Biggest Looser
- Frase/palavra mais dita: Ultimamente tem sido: "Gente como tu dá-me vontade de fumar de novo"

- O que achou do selo: Adorei recebê-lo

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Síntese rápida de uma semana cansativa

O Speedy anda ocupado a papar antestreias e a curar a constipação. Também descobriu no outro dia que, desde o início do ano, não fumou mais de 500 cigarros. Animado, o Speedy decidiu gastar dinheiro numas botas quando o que queria mesmo era um casaco. “Maldito Club Fashion”, amaldiçou o Speedy depois de fazer a transferência. Ontem o Speedy ficou impressionado com o Javier Bardem porque nem gostava assim tanto dele. Nem fisicamente nem como actor. Mas já mudou de opinião depois de ver o fantástico Biutiful. Mas o que o Speedy gosta mesmo é do Gyllenhaal e hoje vai tirar a barriguinha de misérias e, quiçá, rir um bocadinho. Por falar em barriguinha, esta semana já deve ter crescido mais um bocadinho já que o Speedy ainda não foi aos treinos. Culpa da constipação e bilhetes à pala.

Porque é que o Speedy escreveu isto na terceira pessoa? Não faz a mínima ideia. Mas agora tem preguiça para mudar.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

I got a Man Cold

Man Stroke Woman - Man Cold
Passei o dia a lamentar-me da dor de cabeça, do frio e da tosse. Só me levantei da cama para ir às urnas e nem isso valeu a pena. Gentinha idiota que continua a optar por não ir votar. Se eu mandasse, ordenava cortar a língua aos abstencionistas mal eles abrissem a boca para falar de política ou do rumo do país. Cambada de imbecis.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Descrenças

A sério. Eu adorava, mas adorava acreditar em alguma coisa. Não sou muito picuinhas. Qualquer coisa serviria. Tenho ciúmes das beatas que todos os domingos vão à missa, de coração cego de esperança, sem perguntas mas muitos pedidos. Adorava ser benfiquista ferrenho. Ou melhor, nem era preciso tanto. Bastaria-me gostar de futebol para poder discutir com os meus amigos, logo pela manhã de segunda-feira, se era ou não penalti ou ir para o Marquês do Pombal apitar a buzina. Oh páh! E o quanto eu gostava de defender os valores e ideologias de um qualquer candidato presidencial. Sair à rua, orgulhoso de bandeira na mão. Ver uma arruada, assim sei lá, no Chiado e em vez de fugir agoniado, esperar pelo candidato, envolver-me na multidão e espernear até conseguir dar-lhe um beijinho. A sério. Tenho pena de não acreditar. 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

All in a days work


Fui ali e já vim. E se não tivesse avisado, ninguém teria dado falta. Oh vida miserável

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

a ganhar coragem

Fiz o download de um e-book (sim, tenho um lado nerd) das oito obras essenciais de Friedrich Nietzsche.
Ao todo são 639 páginas de pura tortura, tudo em inglês, escritas por um ser que tinha problemas de relacionamento humano, questionava a cultura ocidental e desconstruía a religião judaico-crista. Ou seja, uma leitura perfeita para gente sem auto-estima que, ao passar das primeiras páginas, vê destruído tudo o que tinha por certo, restando-lhe o doce corte dos pulsos. Oh I love it. Primeiro livro: The Gay Science. Curioso...