A rede social Facebook introduziu mais dois estados de perfil de forma a alargar as possibilidades de identificação do estado civil de cada utilizador. Junta-se agora a opção "união civil", para quem está casado, e a "relação doméstica", para quem vive em união de facto. Isto em países em que o casamento entre pessoas do mesmo sexo ainda não é permitido.
As novas definições surgem depois de diálogos entre a empresa e organizações LGBT, grupos estes que deviam ter juízinho na cabeça e não andar para aí a criar novos rótulos. Para mim continuaria a servir na perfeição o "É Complicado", porque convenhamos: manter uma relação saudável exige esforço qb. Mas sim, admito, estas novas definições são perfeitas para quem gosta de ser picuinhas e, principalmente, para quem se sente na obrigação de divulgar e manter actualizado o seu estado civil no Facebook. Já por cá, entenda-se por Portugal, manter-se-á tudo na mesma porque o casamento gay já se encontra legalizado.
Quanto a mim, vou continuar a não especificar o meu estado civil. Nunca o fiz, nem quando era solteiro, por isso não encontro razões para a mudar e partilhar a minha privacidade com os meus incríveis 116 contactos. Só o faria,
in extremis, se ficasse noivo. Seria uma boa forma de anunciar um momento importante da minha vida de uma forma instantânea e... se tudo se mantiver como está, protagonizar um
comming out em grande estilo. Mas isso "É Complicado.