Que me perdoe o James Franco, Gyllehall, Tom Ford e afins. Mas é entre estes dois que não me decido.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
5 resoluções para 2011
2. Deixar de fumar... pela quarta vez
3. Dar mais de mim a quem mais gosto
4. Inscrever-me num Mestrado
5. Mudar de Casa
1. Mudar de Emprego
domingo, 27 de fevereiro de 2011
roubado
É chato quando se encomenda umas botas catitas por Internet, se desespera porque demoram a ser enviadas e, quando finalmente chegam às minhas mãos, não me servem. Mas é pior quando o próprio namorado experimenta, gosta e depois de um "amo-te e obrigadinho" leva-as para casa já calçadas.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Banho Eco... para variar
De volta a terras lusas. E mais uma vez, para não variar, as minhas viagens de trabalho resumem-se a exactamente ao que são: trabalho. Mas não tenho dúvidas: vou querer regressar a Zaragoza para umas férias a dois. Gostaria de vos poder falar das atracções locais, da fantástica gastronomia e da simpatia popular. Mas não posso já que a minha vida resumiu-se ao aeroporto de Madrid, à viagem de TGV até Zaragoza e ao hotel. Claro, fora a conferência mas não vos vou maçar. Não é por isso de estranhar que o banho continue a ser o meu ponto alto das viagens. Mas desta vez optei pelo chuveiro para ser eco-friendly... e para não colocar a minha saúde em risco. É que estava tão cansado, de três horas de sono, que tinha receio de adormecer na banheira e afogar-me. E foi com pena. É que mesmo se estivesse enfiado na banheira, com água até ao pescoço, continuaria a conseguir ver a vista do quarto. Fica para uma próxima.
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| A tartaruga, fiel companheira de aventuras, também lá está |
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| Vista do quarto. Um dia volto. |
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Vai ali tomar um banho e volta já
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Gay + Lésbica = Happy Chinese Grand'ma
Num país que descriminalizou a homossexualidade em 1997 e deixou de a considerar, oficialmente, uma doença mental há dez anos, continua a ser mais fácil não sair do armário do que assumir a sexualidade - ainda que se estime haver cerca de 40 milhões de homossexuais na China. Mas uma nova geração de chineses parece ter encontrado uma solução de compromisso: o casamento entre um gay e uma lésbica. (...)
Segundo a sexóloga Li Yinhe, citada pela revista Slate, 80% dos homossexuais chineses casam-se com heterossexuais. Esta tem sido a forma encontrada para contentar os progenitores e torná-los avós, numa sociedade em que a família ainda é, verdadeiramente, um pilar. A pressão para formar família é tal que, na China, as mulheres solteiras com mais de 27 anos não são chamadas tias : são chamadas restos ...
Para evitar este cenário de casamentos infelizes e vidas duplas mas, ao mesmo tempo, não dar aos pais o desgosto de o seu único filho assumir a sua homossexualidade, começaram a ser organizadas feiras de falsos casamentos nas grandes cidades chinesas, como Xangai. São reuniões discretas, em que gays e lésbicas tentam encontrar no sexo oposto o seu par. Ambas as partes sabem que a união será uma fachada. É a fórmula perfeita.
Segundo a sexóloga Li Yinhe, citada pela revista Slate, 80% dos homossexuais chineses casam-se com heterossexuais. Esta tem sido a forma encontrada para contentar os progenitores e torná-los avós, numa sociedade em que a família ainda é, verdadeiramente, um pilar. A pressão para formar família é tal que, na China, as mulheres solteiras com mais de 27 anos não são chamadas tias : são chamadas restos ...
Para evitar este cenário de casamentos infelizes e vidas duplas mas, ao mesmo tempo, não dar aos pais o desgosto de o seu único filho assumir a sua homossexualidade, começaram a ser organizadas feiras de falsos casamentos nas grandes cidades chinesas, como Xangai. São reuniões discretas, em que gays e lésbicas tentam encontrar no sexo oposto o seu par. Ambas as partes sabem que a união será uma fachada. É a fórmula perfeita.
Tradução Sol, mas a reportagem é da Slate Magazine
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Sabedoria da Tartaruga
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| New Young Pony Club - Ice Cream |
Facebook makes people Gay (traduza-se "felizes")
A rede social Facebook introduziu mais dois estados de perfil de forma a alargar as possibilidades de identificação do estado civil de cada utilizador. Junta-se agora a opção "união civil", para quem está casado, e a "relação doméstica", para quem vive em união de facto. Isto em países em que o casamento entre pessoas do mesmo sexo ainda não é permitido.
As novas definições surgem depois de diálogos entre a empresa e organizações LGBT, grupos estes que deviam ter juízinho na cabeça e não andar para aí a criar novos rótulos. Para mim continuaria a servir na perfeição o "É Complicado", porque convenhamos: manter uma relação saudável exige esforço qb. Mas sim, admito, estas novas definições são perfeitas para quem gosta de ser picuinhas e, principalmente, para quem se sente na obrigação de divulgar e manter actualizado o seu estado civil no Facebook. Já por cá, entenda-se por Portugal, manter-se-á tudo na mesma porque o casamento gay já se encontra legalizado.
Quanto a mim, vou continuar a não especificar o meu estado civil. Nunca o fiz, nem quando era solteiro, por isso não encontro razões para a mudar e partilhar a minha privacidade com os meus incríveis 116 contactos. Só o faria, in extremis, se ficasse noivo. Seria uma boa forma de anunciar um momento importante da minha vida de uma forma instantânea e... se tudo se mantiver como está, protagonizar um comming out em grande estilo. Mas isso "É Complicado.
As novas definições surgem depois de diálogos entre a empresa e organizações LGBT, grupos estes que deviam ter juízinho na cabeça e não andar para aí a criar novos rótulos. Para mim continuaria a servir na perfeição o "É Complicado", porque convenhamos: manter uma relação saudável exige esforço qb. Mas sim, admito, estas novas definições são perfeitas para quem gosta de ser picuinhas e, principalmente, para quem se sente na obrigação de divulgar e manter actualizado o seu estado civil no Facebook. Já por cá, entenda-se por Portugal, manter-se-á tudo na mesma porque o casamento gay já se encontra legalizado.
Quanto a mim, vou continuar a não especificar o meu estado civil. Nunca o fiz, nem quando era solteiro, por isso não encontro razões para a mudar e partilhar a minha privacidade com os meus incríveis 116 contactos. Só o faria, in extremis, se ficasse noivo. Seria uma boa forma de anunciar um momento importante da minha vida de uma forma instantânea e... se tudo se mantiver como está, protagonizar um comming out em grande estilo. Mas isso "É Complicado.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
nem me conheço
Sair de propósito de casa para ir ao ginásio... E esta semana já é a terceira vez que o faço. Sei que contado ninguém acredita mas, as God is my witness, vou chegar aos trinta apetitoso
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
O meu primeiro... cupcake
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Se por um lado fico satisfeito por trabalhar bem dos dois lados da barricada - jornalista e assessor de comunicação - o que gostava mesmo era de resolver esta bipolaridade. Que, diga-se de passagem, nem devia coexistir. E tristemente, penso que o Ser Jornalista perde aos pontos. A excitação de recolher informação, elaborar um artigo e ver o meu nome impresso no dia seguinte é algo que já há muito que não experiencio. Emoções que eram frequentes no arranque de carreira.... há apenas sete anos. Como é que posso ficar saturado de uma carreira passado apenas sete anos? Deve ser a chamada crise dos sete. E a pensar que esta maldição cabalística apenas se registava nas relações.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Cupido, esse malandro sorrateiro
Estava convencido que à medida que as semanas passassem, seria mais fácil deixa-lo. Um processo de desabituação natural, que imporia ao corpo. Forçosamente, o corpo, talvez a nossa faceta mais mutável ou subordinável, teria de respeitar a lógica. Se não posso estar mais com ele neste momento, o toque físico teria de esperar pela semana seguinte. Relações à distância, afinal, funcionam por intervalos. No entanto, o que fazer quando as semanas transformaram-se em meses, os meses em anos, e a atracção física já há muito que perdeu o lugar para outro tipo de encantos? Os intervalos, toleráveis há dois anos, revelam-se dolorosos no segundo em que soa o Alfa Pendular. Como disciplinar o corpo, quando a própria razão já perdeu sentido? Anseio voltar a estar com ele, ainda antes de me despedir no apeadeiro. E tomara que esta saudade se resumisse apenas a uma questão de toque físico. Há muito tempo que não o é. O que anseio é simplesmente que os olhos dele fossem sempre a primeira coisa que vejo de manhã. Não precisaria de mais.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Não aprendo...
Vagueio na Internet. Dou de caras com notícias de temática gay. Notícias essas escritas em jornais portugueses. Leio. Denoto algum preconceito na escrita mas perdoável. Com o indicador no scroll down, desço mais um pouco e passo os olhos pelo primeiro comentário. Arrisco, leio o segundo. Enojo-me mas tenho esperança no terceiro. O quarto era de uma pessoa normal. O quinto nem passei do nick que o assina. Revolto-me com o oitavo. Leio três aleatórios que propagam mais os mitos e preconceitos sobre o lobby gay, a nossa luta pela extinção da raça humana e que somos nós que escolhemos esta vida. Nos entretantos reparo que existem alguns comentários pró-liberdade de expressão sexual mas já tenho a noite estragada. Nunca mais aprendo.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
dispam-se pelos animaizinhos
A organização alemã para os direitos dos animais, Deutscher Tierschutzbund e.V, lançou uma campanha sob o mote "Tiere leiden wie wir' (os animais sofrem como nós). Embora os temas sejam merecedores de reflexão, penso que a campanha falhou miseravelmente. A troca de papéis (humanos por animais) é um conceito recorrente e a nudez, através da sexualização da causa, não abona a favor da credibilidade do manifesto. Ui, e a complicação que é ser bonito ao mesmo tempo que se expressa dor? Reparem no add por baixo: não pensam logo em castração de pombos? Eu penso... até tenho a mão por baixo das calças.
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
biscates
Há muito tempo que não falo do meu biscate. Já o tinha dito aqui, no blog, que em part-time faço trabalhos de assessoria de comunicação juntamente com uma amiga. O nosso projecto é que, a dada altura, nos consigamos sustentar apenas com os nossos serviços em modo freelancer. Mas, de momento, está complicado porque os investidores fecharam os cordões à bolsa. "Mas Speedy... és jornalista e é contra a tua ética prestares esse tipo de serviços. Granda palhaço". Sim, têm razão. Mas as áreas onde me movo, deixo para a minha sócia. Tudo o que não vá de encontro à minha área de especialização, trabalho eu.
Como a minha mais recente aquisição. Fechei acordo com uma loja gourmet, sediada numa das zonas mais bem frequentadas de Lisboa, para a qual passarei a fazer a comunicação. Um espaço muito catita, com coisinhas realmente boas e - especialmente do meu agrado - marcas de prestígio. Sei que estou a fazer um grande secretismo com o nome, mas como existem poucas referências na Internet ao espaço, rapidamente a minha nova chefe chega aqui ao blog. Se amanhã lerem a Revista Visão (sim, eu trabalho bem), pode ser que descubram :)
Como a minha mais recente aquisição. Fechei acordo com uma loja gourmet, sediada numa das zonas mais bem frequentadas de Lisboa, para a qual passarei a fazer a comunicação. Um espaço muito catita, com coisinhas realmente boas e - especialmente do meu agrado - marcas de prestígio. Sei que estou a fazer um grande secretismo com o nome, mas como existem poucas referências na Internet ao espaço, rapidamente a minha nova chefe chega aqui ao blog. Se amanhã lerem a Revista Visão (sim, eu trabalho bem), pode ser que descubram :)
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