quarta-feira, 25 de maio de 2011

Atheists Do It Better

Uma pesquisa realizada pela Universidade do Kansas revelou que os ateus são o grupo de pessoas que menos remorsos sentem depois da relação sexual, além de se sentirem mais à vontade para falarem abertamente de fantasias sexuais e de serem os mais realizados sexualmente.

A pesquisa intitulada "Sexo e Secularismo" entrevistou 14.500 pessoas, todas com actividades sexuais como masturbação, sexo oral, pornografia, etc. Os religiosos foram aqueles que apresentavam maior culpa depois do orgasmo. Dentro deste grupo destaco os Católicos que apresentaram, numa escala de 1 a 10, uma média de 6.34 pontos de culpa. Já os ateus tiveram uma média de 4,71, enquanto os agnósticos chegaram aos 4,81. Menor, é certo, mas o sentimento de culpa está lá.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

é errado sentir-me atraido?

A 23 de Maio...

se entretanto tiverem alguma ideia para algum programa de televisão, sou todo ouvidos. Tenho até quarta-feira para criar pelo menos três projectos viáveis.

[inserir asneira]

Juro por todos os santinhos que nunca mais passarei a puta de um noite numa pousada da juventude. Já não tenho idade e tenho dinheiro o suficiente para evitar estes antros de merda. Só consegui dormir duas horas.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Sabedoria da Tartaruga

DB Boulevard - Point Of View
Parte do meu trabalho é enviar informação interessada aos principais meios de comunicação social. Quanto mais o meu principal Cliente aparecer, mais publicidade a custo zero ganha. E agora decidi incluir alguns bloggers especializados na mistura, dado o peso e influência que esta ferramenta tem junto do seu público. De cerca de vinte que contactei, já uma mão cheia aceitou receber a informação. Dois ou três sacam do argumento "No Money, No Funny" alegando que se vão escrever sobre uma marca (eu não controlo o que escrevem), deveriam ser recompensados pela Parceria. Ter um blog é muito bonito mas longe vão os tempos em que se escrevia desinteressadamente. E cada vez me convenço mais de que todos querem ser uma "Pipoca", faltando-lhes apenas algumas centenas de visitas diárias.
Amigos, se querem ser pagos para escrever, tornem-se jornalistas, escritores, façam sondagens na rua ou tornem-se empregados de inventários. É mais fácil.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

o outro jornalista gay

Tintin: The Secret Of The Unicorn
Estou ansioso pela estreia do filme que recupera uma das minhas banda-desenhadas preferidas de sempre: o Tintim, jornalista aventureiro sempre acompanhado por Milu (durante muito tempo pensava que fosse "a" Milu), o professor Girassol, o Capt. Haddock e os gémeos Dupondt. A minha única dúvida prende-se com a tecnologia escolhida: o processo de motion capture. O filme acaba por nem ser real nem ser de animação, resultando naquela cara estranha de Tintim que se vê no trailer oficial. Not a big fan.

o dia começa bem


Speedy, you are not the Biggest Looser. Goodbye

terça-feira, 17 de maio de 2011

Tive um relacionamento longo com uma rapariga chamada Joana. Namorámos quase quatro anos e tudo corria bem até ela começar a falar em casamento. Foi no final da faculdade e só a ideia de assentar, dava-me voltas ao estômago. Havia tanto ainda por ver, tantas pessoas por conhecer que não seria certamente aos 22 anos que me casaria. A nossa relação começou a degradar-se até que inevitavelmente dei-lhe um tiro de misericórdia... à relação claro.

No outro dia dei por mim a pensar que com o L. é diferente, em tudo. Quando tivemos a grande discussão, e eu senti-o mais distante, o lado ruim de mim começou logo a procurar alternativas."Se ele não me quer, há quem queira", pensei. E, sem falsa modéstia, existe mesmo quem esteja à espera de um telefonema meu. Mas naquela semana, quando estava triste por nós, não concebia sequer a ideia de terminar com ele. Tampouco aceitava que ele acabasse comigo. Cheguei a várias conclusões. Coisas tão simples como, por exemplo, o pensamento de voltar ao "activo", de reentrar no circuito como o amigo Francisco escreveu, e meter-me na cama de outra pessoa meter-me nojo.

E pufff... fez-se luz. A nossa grande discussão foi o que precisava para perceber o que sempre esteve à minha frente. E, sorte a minha, ele pensa da mesma maneira. E assim nasceu aquele que será o noivado mais longo da história.