quinta-feira, 26 de maio de 2011
As coisas que aprendo com o Paulo Portas
* Só percebe quem está atento às reportagens da Judite Sousa :)
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Atheists Do It Better
Uma pesquisa realizada pela Universidade do Kansas revelou que os ateus são o grupo de pessoas que menos remorsos sentem depois da relação sexual, além de se sentirem mais à vontade para falarem abertamente de fantasias sexuais e de serem os mais realizados sexualmente.
A pesquisa intitulada "Sexo e Secularismo" entrevistou 14.500 pessoas, todas com actividades sexuais como masturbação, sexo oral, pornografia, etc. Os religiosos foram aqueles que apresentavam maior culpa depois do orgasmo. Dentro deste grupo destaco os Católicos que apresentaram, numa escala de 1 a 10, uma média de 6.34 pontos de culpa. Já os ateus tiveram uma média de 4,71, enquanto os agnósticos chegaram aos 4,81. Menor, é certo, mas o sentimento de culpa está lá.
A pesquisa intitulada "Sexo e Secularismo" entrevistou 14.500 pessoas, todas com actividades sexuais como masturbação, sexo oral, pornografia, etc. Os religiosos foram aqueles que apresentavam maior culpa depois do orgasmo. Dentro deste grupo destaco os Católicos que apresentaram, numa escala de 1 a 10, uma média de 6.34 pontos de culpa. Já os ateus tiveram uma média de 4,71, enquanto os agnósticos chegaram aos 4,81. Menor, é certo, mas o sentimento de culpa está lá.
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
[inserir asneira]
Juro por todos os santinhos que nunca mais passarei a puta de um noite numa pousada da juventude. Já não tenho idade e tenho dinheiro o suficiente para evitar estes antros de merda. Só consegui dormir duas horas.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Parte do meu trabalho é enviar informação interessada aos principais meios de comunicação social. Quanto mais o meu principal Cliente aparecer, mais publicidade a custo zero ganha. E agora decidi incluir alguns bloggers especializados na mistura, dado o peso e influência que esta ferramenta tem junto do seu público. De cerca de vinte que contactei, já uma mão cheia aceitou receber a informação. Dois ou três sacam do argumento "No Money, No Funny" alegando que se vão escrever sobre uma marca (eu não controlo o que escrevem), deveriam ser recompensados pela Parceria. Ter um blog é muito bonito mas longe vão os tempos em que se escrevia desinteressadamente. E cada vez me convenço mais de que todos querem ser uma "Pipoca", faltando-lhes apenas algumas centenas de visitas diárias.
Amigos, se querem ser pagos para escrever, tornem-se jornalistas, escritores, façam sondagens na rua ou tornem-se empregados de inventários. É mais fácil.
Amigos, se querem ser pagos para escrever, tornem-se jornalistas, escritores, façam sondagens na rua ou tornem-se empregados de inventários. É mais fácil.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
o outro jornalista gay
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| Tintin: The Secret Of The Unicorn |
terça-feira, 17 de maio de 2011
Tive um relacionamento longo com uma rapariga chamada Joana. Namorámos quase quatro anos e tudo corria bem até ela começar a falar em casamento. Foi no final da faculdade e só a ideia de assentar, dava-me voltas ao estômago. Havia tanto ainda por ver, tantas pessoas por conhecer que não seria certamente aos 22 anos que me casaria. A nossa relação começou a degradar-se até que inevitavelmente dei-lhe um tiro de misericórdia... à relação claro.
No outro dia dei por mim a pensar que com o L. é diferente, em tudo. Quando tivemos a grande discussão, e eu senti-o mais distante, o lado ruim de mim começou logo a procurar alternativas."Se ele não me quer, há quem queira", pensei. E, sem falsa modéstia, existe mesmo quem esteja à espera de um telefonema meu. Mas naquela semana, quando estava triste por nós, não concebia sequer a ideia de terminar com ele. Tampouco aceitava que ele acabasse comigo. Cheguei a várias conclusões. Coisas tão simples como, por exemplo, o pensamento de voltar ao "activo", de reentrar no circuito como o amigo Francisco escreveu, e meter-me na cama de outra pessoa meter-me nojo.
E pufff... fez-se luz. A nossa grande discussão foi o que precisava para perceber o que sempre esteve à minha frente. E, sorte a minha, ele pensa da mesma maneira. E assim nasceu aquele que será o noivado mais longo da história.
No outro dia dei por mim a pensar que com o L. é diferente, em tudo. Quando tivemos a grande discussão, e eu senti-o mais distante, o lado ruim de mim começou logo a procurar alternativas."Se ele não me quer, há quem queira", pensei. E, sem falsa modéstia, existe mesmo quem esteja à espera de um telefonema meu. Mas naquela semana, quando estava triste por nós, não concebia sequer a ideia de terminar com ele. Tampouco aceitava que ele acabasse comigo. Cheguei a várias conclusões. Coisas tão simples como, por exemplo, o pensamento de voltar ao "activo", de reentrar no circuito como o amigo Francisco escreveu, e meter-me na cama de outra pessoa meter-me nojo.
E pufff... fez-se luz. A nossa grande discussão foi o que precisava para perceber o que sempre esteve à minha frente. E, sorte a minha, ele pensa da mesma maneira. E assim nasceu aquele que será o noivado mais longo da história.
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