Homem Alfa é geralmente um termo aplicado a homens que denotam poder físico, coragem, confiança, competitividade e que são, por natureza, lideres. Não é um conceito propriamente lisonjeador porque também traz à memória imagens de gorilas irados a bater no peito… mas descreve na perfeição aqueles que submetem os deltas, gamas e ómegas à sua vontade. Encontramos este tipo de homens em todas as relações humanas, sejam elas familiares, profissionais e, claro, amorosas. Vou focar-me nesta última.
Numa relação heterossexual, por norma ou convenção, associamos este conceito ao Homem. Mas esta associação já não é linear numa relação gay. Como distinguir então o homem Alfa do Homem Beta numa relação entre dois homens? Não me parece justo que a distinção se faça na base daquele que é o “macho” da relação, o masculino ou aquele que tem pelos no peito. Ser Alfa não se resume ao papel preferido na cama. Vai muito mais além do facto de quem gosta de dar ou receber, quem é activo ou submisso, quem fode ou é fodido. Acaba por ser, sim, uma questão de domínio (social, emocional ou intelectual) sobre o outro.
E será que todas as relações – bem-sucedidas - são feitas de betas e alfas? Ou seja: para que uma relação funcione, tem de existir quem determine e quem se submeta? Eu considero-me um Alfa. Não de força física mas principalmente de força psicológica e bastante visível nas minhas relações pessoais. No meu namorado encontro também um Alfa. Conseguem imaginar as nossas discussões? Por norma alongam-se durante dias e só terminam depois de nós admitirmos que ambos estávamos errados. Mesmo que assim não seja. Até lá, cada um tenta impor a sua verdade ao outro. Mas, admito, também foi pela sua natureza que me apaixonei e não teria a mesma piada se ele fosse um beta ou outra qualquer letra sensaborona do alfabeto grego.
Numa relação heterossexual, por norma ou convenção, associamos este conceito ao Homem. Mas esta associação já não é linear numa relação gay. Como distinguir então o homem Alfa do Homem Beta numa relação entre dois homens? Não me parece justo que a distinção se faça na base daquele que é o “macho” da relação, o masculino ou aquele que tem pelos no peito. Ser Alfa não se resume ao papel preferido na cama. Vai muito mais além do facto de quem gosta de dar ou receber, quem é activo ou submisso, quem fode ou é fodido. Acaba por ser, sim, uma questão de domínio (social, emocional ou intelectual) sobre o outro.
E será que todas as relações – bem-sucedidas - são feitas de betas e alfas? Ou seja: para que uma relação funcione, tem de existir quem determine e quem se submeta? Eu considero-me um Alfa. Não de força física mas principalmente de força psicológica e bastante visível nas minhas relações pessoais. No meu namorado encontro também um Alfa. Conseguem imaginar as nossas discussões? Por norma alongam-se durante dias e só terminam depois de nós admitirmos que ambos estávamos errados. Mesmo que assim não seja. Até lá, cada um tenta impor a sua verdade ao outro. Mas, admito, também foi pela sua natureza que me apaixonei e não teria a mesma piada se ele fosse um beta ou outra qualquer letra sensaborona do alfabeto grego.
Mas será sequer justo, num mundo carregado de rótulos e rotuladores, procurar novas tipologias?























